The Wow! Signal

 Nota: Este artigo é sobre o álbum de Muse. Para o sinal de banda estreita, veja sinal Wow!.
The Wow! Signal
Álbum de estúdio de
Lançamento26 de junho de 2026 (2026-06-26)
Gravação2025
GênerosSpace rock, rock progressivo, rock alternativo
Duração44:52
IdiomaInglês
Gravadoras
ProduçãoMuse
Cronologia de Muse
Singles de The Wow! Signal
  1. "Unravelling"
    Lançamento: 20 de junho de 2025 (2025-06-20)
  2. "Be With You"
    Lançamento: 19 de março de 2026 (2026-03-19)
  3. "Cryogen"
    Lançamento: 24 de abril de 2026 (2026-04-24)
  4. "Hexagons"
    Lançamento: 19 de maio de 2026 (2026-05-19)
  5. "Nightshift Superstar"
    Lançamento: 5 de junho de 2026 (2026-06-05)
  6. "Hush"
    Lançamento: 26 de junho de 2026 (2026-06-26)

The Wow! Signal é o décimo álbum de estúdio da banda britânica de rock Muse, lançado no dia 26 de junho de 2026. O álbum recebe o nome do sinal Wow!, um sinal de rádio de banda estreita detectado em 1977 que sugeriu a existência de inteligência extraterrestre. Os singles "Unravelling", "Be With You", "Cryogen", "Hexagons" e "Nightshift Superstar" foram lançados em antecipação ao lançamento do álbum, assim como "Hush", com Ellie Goulding, lançado junto ao álbum.

Antecedentes

Em fevereiro de 2025, o baixista Chris Wolstenholme anunciou que a banda entraria em estúdio "nos próximos meses" para trabalhar em novas músicas do Muse, e que os fãs poderiam esperar um novo álbum em 2026.[1] Mais tarde naquele ano, a banda iniciou uma turnê europeia em 12 de junho de 2025 e lançou o single "Unravelling" em 20 de junho.[2] Em dezembro de 2025, Matt Bellamy anunciou nas redes sociais do Muse que a banda vinha trabalhando em novas músicas em 2025 e incentivou os seguidores a se inscreverem em uma lista de e-mails para receber atualizações sobre "novas músicas" em 2026.[3]

Em janeiro de 2026, o Muse cancelou os shows programados para fevereiro na África do Sul, Índia e Emirados Árabes Unidos devido a "circunstâncias imprevistas"[4] e passou grande parte do mês seguinte sem divulgar nenhuma atualização. A banda começou a divulgar um novo single, intitulado "Be With You", em 9 de março de 2026.[5] O single foi lançado em 19 de março, e a banda anunciou que seu décimo álbum de estúdio, intitulado The Wow! Signal, seria lançado em 26 de junho de 2026.[6]

O grupo lançou o single "Cryogen" no dia 24 de abril, canção que estreou ao vivo na arena O2, em Londres, no início do mês.[7][8] O quarto single do álbum, "Hexagons", foi lançado no dia 19 de maio de 2026, após uma campanha promocional baseada em uma caça ao tesouro online e recebendo comparações ao som dos primeiros álbuns da banda.[9][10] O quinto single do álbum, "Nightshift Superstar", foi lançado no dia 5 de junho.[11] O último single, "Hush", foi lançado no dia 26 de junho, junto ao álbum.[12][13]

Composição

Musicalmente, The Wow! Signal foi descrito como um álbum de space rock,[14][15] com elementos de rock progressivo[15] e rock alternativo.[16] A faixa "Hexagons" foi apontada como um momento de auge progressivo do disco, com guitarra em estilo progressivo e texturas eletrônicas cósmicas.[15][16]

Algumas faixas se afastam do som mais pesado característico da banda em direção a sonoridades dançantes e eletrônicas: "Nightshift Superstar" foi descrita como uma incursão em disco/funk dançante, com uma linha de baixo marcante de Chris Wolstenholme e o falsete de Matt Bellamy, sendo comparada a um encontro entre Justice, Daft Punk e Muse.[16] Já "Be With You" revisita influências de dubstep presentes em álbuns anteriores da banda, dentro de um arranjo mais orquestral e otimista.[16] A faixa "Hush", com participação vocal de Ellie Goulding e composição com Theo Hutchcraft, da banda Hurts, foi descrita como uma faixa ameaçadora, com um caráter agitado que mescla electro-rock e estética próxima ao Eurovisão, com sonoridade comparada a Billie Eilish.[14]

Outras faixas mantêm uma sonoridade mais próxima das raízes da banda: "Cryogen" foi comparada a riffs de álbuns como Origin of Symmetry e Absolution, enquanto "The Sickness In You & I" foi descrita como uma fusão entre o pop melódico de Prince e a agressividade do metal.[14] A faixa de abertura, "The Dark Forest", foi associada à grandiosidade orquestral de "Knights of Cydonia", de Black Holes and Revelations.[14]

Gravação

Em meados de 2025, o líder da banda, Matt Bellamy, separou-se de sua esposa, a modelo Elle Evans.[17] Para dar prioridade aos filhos,[18] Bellamy cancelou os shows do Muse agendados para fevereiro de 2026 na África do Sul, Índia e Emirados Árabes Unidos.[19][17] A separação influenciou a composição do álbum, que Bellamy escreveu principalmente no final de 2025 "no auge dessa experiência que mudou minha vida".[17] Ele disse que The Wow! Signal pode ter sido o álbum mais fácil do Muse de fazer: "[o álbum] simplesmente jorrava de mim... Foi uma verdadeira catarse. Tornou-se uma salvação para mim."[17]

Ellie Goulding participou como vocalista convidada na faixa "Hush".

Oito faixas foram produzidas por Dan Lancaster e duas por Aleks von Korff.[18] Lancaster é membro de turnê do Muse desde maio de 2022.[20] Depois de produzir vários álbuns por conta própria, o vocalista Bellamy decidiu "soltar um pouco as rédeas". Bellamy também reconheceu a influência do vocalista do Coldplay, Chris Martin, que o encorajou a colaborar mais.[18] Bellamy descreveu os membros da banda como "maníacos por controle" que, a princípio, não gostavam de receber instruções, mas disse que Lancaster os incentivou de uma nova maneira a criar um som mais inovador e moderno.[18] Ele o comparou a um membro da banda.[18]

"Hush" é a primeira música do Muse a contar com uma vocalista convidada, Ellie Goulding.[18] Goulding estava trabalhando no mesmo estúdio que o Muse e foi convidada a gravar os vocais. Bellamy disse: "Nós simplesmente transformamos a música em um dueto naquele momento. Ela cantou em algumas tomadas e, uma hora e meia depois, já tínhamos a música pronta."[18]

Recepção

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
FonteAvaliação
Album of the Year80[21]
Metacritic67
Avaliações da crítica
FonteAvaliação
AllMusic80/100[16]
The Guardian4 de 5 estrelas.[22]
Kerrang!4/5[23]
NME4 de 5 estrelas.[14]
Boolin Tunes8/10[24]
RIFF10/10[25]

The Wow! Signal recebeu aclamação da crítica após seu lançamento. O Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu a The Wow! Signal uma pontuação de 67 em 100, baseado em 12 críticos, indicando críticas "geralmente favoráveis".[26]

Andrew Trendell, da NME, considerou o álbum o trabalho mais consistente e satisfatório da banda desde Black Holes & Revelations, afastando-se das "ficções de IA" de Simulation Theory e do tom panfletário de Will of the People em direção a algo mais humano e autêntico.[14] Nick Ruskell, da Kerrang!, escreveu que o disco é "deliciosamente exagerado quando quer ser. Mas nunca é estúpido", destacando o grandioso tratamento sonoro inspirado pela temática espacial do álbum.[23]

Alexis Petridis, do The Guardian, notou que o álbum começa com um coro entoando frases em latim sobre uma base eletrônica que remete aos clubes gays de meados dos anos 1980, e descreveu a faixa como "cenicamente exagerada" mas ainda assim sutil em comparação ao apocalipticismo desbragado de discos anteriores da banda.[22] O crítico observou que, em termos musicais, o disco "atualiza com prazer o som efusivo" de Black Holes and Revelations, citando a influência do álbum Discovery, do Daft Punk, sobretudo em "Nightshift Superstar".[22]

Mike DeWald, da revista RIFF, avaliou o álbum com nota máxima, afirmando que é raro uma banda com mais de três décadas de carreira viver um renascimento criativo, mas que o Muse encontrou novamente essa centelha sem cair na autoparódia.[25] Já Alex Dansereau, do site Boolin Tunes, apontou que a faixa "Cryogen" remete a um corte perdido de Origin of Symmetry, e considerou o disco a coletânea de canções mais forte da banda em muitos anos, apesar de pequenas falhas no equilíbrio entre os momentos mais intimistas e o bombástico geral do álbum.[24]

O resenhista do AllMusic descreveu o disco como a experiência de audição mais coesa da banda desde a era de Black Holes / The Resistance, elogiando a participação de Ellie Goulding na faixa "Hush" e o trabalho de baixo de Chris Wolstenholme em "Nightshift Superstar".[16]

Lista de faixas

Todas as faixas escritas por Matt Bellamy, Dominic Howard, Chris Wolstenholme e Dan Lancaster, exceto quando especificado.[27]

Lista de faixas de The Wow! Signal
N.ºTítuloCompositor(es)Produtor(es)Duração
1."The Dark Forest"Bellamy
5:16
2."Nightshift Superstar" 
4:07
3."Shimmering Scars" 
  • Muse
  • Dan Lancaster
  • Von Korff[a]
  • BloodPop[a]
4:28
4."Cryogen" 
  • Muse
  • Lancaster
  • Von Korff[a]
5:01
5."Be with You" 
  • Muse
  • Lancaster
  • Von Korff[a]
3:35
6."Hexagons"Bellamy
  • Muse
  • Von Korff
5:26
7."The Sickness in You & I" 
  • Muse
  • Dan Lancaster
  • Von Korff[a]
  • BloodPop[a]
4:17
8."Unravelling" 
  • Muse
  • Lancaster
  • Von Korff[a]
3:58
9."Hush" (com Ellie Goulding)
  • Muse
  • Lancaster
  • Von Korff[a]
3:56
10."Space Debris"Bellamy
  • Muse
  • Lancaster
  • Von Korff[a]
5:23
Duração total:45:27

Notas

Equipe técnica

Créditos adaptados do Tidal.[28]

Muse

Músicos adicionais

  • Crouch End Festival Chorus – vocais de coro (1–3, 10)
    • David Temple – maestro do coro
    • Jason Carr – arranjo do coro
    • Alex Helfrecht – vocais de alto
    • Alice Jeffery – vocais de alto
    • Alison Brister – vocais de alto
    • Becky Claye – vocais de alto
    • Beth Horn – vocais de alto
    • Bethany Burrow – vocais de alto
    • Caroline Milton – vocais de alto
    • Charlotte Halliday – vocais de alto
    • Diana Parkinson – vocais de alto
    • Emma Kingsley – vocais de alto
    • Eugenie Aitchison – vocais de alto
    • Hannah Leonard – vocais de alto
    • Natalie Fine – vocais de alto
    • Paula Miller – vocais de alto
    • Sarah Elliot – vocais de alto
    • Tina Burnett – vocais de alto
    • Alistair Scott – vocais de baixo
    • Alistair Yates – vocais de baixo
    • Christopher Wetherall – vocais de baixo
    • David Hodgson – vocais de baixo
    • Duncan McAlpine – vocais de baixo
    • Duncan Sim – vocais de baixo
    • Jonathan Gatward – vocais de baixo
    • Martin Musgrave – vocais de baixo
    • Oliver Davis – vocais de baixo
    • Philip Rashleigh – vocais de baixo
    • Peter Newsom – vocais de baixo
    • Ralph Warman – vocais de baixo
    • Charlotte Smith – vocais de soprano
    • Clare James – vocais de soprano
    • Davina Ross-Anderson – vocais de soprano
    • Emily Soppet – vocais de soprano
    • Genevieve Helsby – vocais de soprano
    • Helen Garrison – vocais de soprano
    • Imogen Rush – vocais de soprano
    • Jessie Holder – vocais de soprano
    • Lily Griffin – vocais de soprano
    • Margaret Ellerby – vocais de soprano
    • Pamela Vernon – vocais de soprano
    • Rosemary Zolynski – vocais de soprano
    • Roxanne Waldron – vocais de soprano
    • Sarah Niblock – vocais de soprano
    • Susanna Houtheusen – vocais de soprano
    • Úna Yates – vocais de soprano
    • Adrian Warner – vocais de tenor
    • Andrew Dunn – vocais de tenor
    • Craig Wilkie – vocais de tenor
    • James Brown – vocais de tenor
    • John Vernon – vocais de tenor
    • Martin Dowling – vocais de tenor
    • Pedro Ferreira – vocais de tenor
    • Sean Denny – vocais de tenor
    • Simon Stock – vocais de tenor
    • Steve James – vocais de tenor
    • Tim Foxon – vocais de tenor
  • Orquestra Metropolitana de Londres – cordas (1–3, 10)
    • Andy Brown – maestro orquestral
    • Anna Croad – violino
    • Ariel Lang – violino
    • Cathy Thompson – violino
    • Charlie Brown – violino
    • Charlie Lovell-Jones – violino
    • David Juritz – violino
    • Debbie Widdup – violino
    • Emma Fry – violino
    • Gavin Davies – violino
    • Guy Button – violino
    • Jeremy Isaac – violino
    • John Mills – violino
    • Jillian Trafford – violino
    • Kathy Gowers – violino
    • Marianne Haynes – violino
    • Miranda Allen – violino
    • Natalia Bonner – violino
    • Raja Halder – violino
    • Ralph De Souza – violino
    • Steve Morris – violino
    • Thom Gould – violino
    • Tom Bowes – violino
    • Andy Parker – viola
    • Bruce White – viola
    • Edward Vanderspar – viola
    • Garfield Jackson – viola
    • Jordan Bergmans – viola
    • Katie Wilkinson – viola
    • Mike Briggs – viola
    • Úna Palliser – viola
    • Caroline Dalevioloncelo
    • David Daniels – violoncelo
    • Emma Pritchard – violoncelo
    • Katherine Jenkinson – violoncelo
    • Nathanial Boyd – violoncelo
    • Nick Cooper – violoncelo
    • David Ayre – contrabaixo
    • Laurence Ungless – contrabaixo
    • Mary Scully – contrabaixo
    • Steve Williams – contrabaixo
  • Dan Lancasterprogramação (1, 2, 4, 6, 8, 9), vocais de apoio adicionais (1, 2, 4, 6, 9), vocais de apoio (5, 8), percussão adicional (6)
  • Bingham Bellamy – percussão adicional (1)
  • Matt Slater – orquestração (1)
  • Lovella Bellamy – vocais de apoio (2)
  • Poppy Tjoeng – vocais de apoio (2)
  • Tobias Tjoeng – vocais de apoio (2)
  • Aleks Von Korff – percussão adicional (6)
  • Chris Whitemeyer – percussão adicional (6)
  • Tom Kirk – percussão adicional (6)
  • Ellie Goulding – vocais (9)

Técnica e visuais

  • Aleks Von Korff – engenharia (1, 2, 4–6, 8, 9)
  • Dan Hayden – assistência de engenharia (1, 2, 4, 9)
  • Ed Farrell – assistência de engenharia (1, 2, 4, 9)
  • Dan Lancaster – mixagem (1, 2, 4–6, 8, 9), masterização (9)
  • Rhys May – assistência de mistura (1, 2, 4–6, 8, 9), assistência de engenharia vocal (1, 2, 4, 6, 9), edição digital (1, 2, 4, 6, 9), assistência de engenharia (5)
  • Cameron Johnston-Ushijima – assistência de engenharia (5)
  • Marc Doten – assistência de engenharia (5)
  • Tom Ashpitel – assistência de engenharia (8)
  • Chris Gehringer – masterização (1, 2, 4–6, 8)
  • Will Quinnell – assistência de masterização (1, 2, 4, 6)
  • Chris Whitemeyer – assistência de estúdio (1, 2, 4, 6, 9)
  • Thomas Briggs – assistência de estúdio (8)
  • Jesse Lee Stout – direção criativa, direção artística
  • Mindreader – design gráfico

Desempenho nas paradas

Desempenho nas paradas de The Wow! Signal
Parada (2026) Posição
alcançada
Australian Albums (ARIA)[29] 2
Áustria (Ö3 Austria Top 40)[30] 1
Bélgica (Ultratop 200 Albums - Flandres)[31] 1
Bélgica (Ultratop 200 Albums - Valônia)[32] 1
Canadá (Canadian Albums Chart)[33] 31
Croatian International Albums (HDU)[34] 1
Países Baixos (Album Top 100)[35] 1
Finlândia (Suomen virallinen lista)[36] 2
França (SNEP)[37] 1
French Rock & Metal Albums (SNEP)[38] 1
Alemanha (Offizielle Top 100)[39] 3
German Rock & Metal Albums (Offizielle Top 100)[40] 2
Greek Albums (IFPI)[41] 4
Hungria (Album Top 40)[42] 3
Irlanda (Irish Albums Chart)[43] 8
Italian Albums (FIMI)[44] 3
Japão (Oricon)[45] 39
Japanese Digital Albums (Oricon)[46] 10
Japanese Download Albums (Billboard Japan)[47] 8
Japanese Top Albums Sales (Billboard Japan)[48] 41
Lithuanian Albums (AGATA)[49] 76
New Zealand Albums (RMNZ)[50] 5
Norwegian Albums (IFPI Norge)[51] 21
Norwegian Rock Albums (IFPI Norge)[52] 1
Polónia (ZPAV)[53] 24
Escócia (Official Scottish Albums Chart Top 100)[54] 1
Suíça (Schweizer Hitparade)[55] 1
Reino Unido (Official Albums Chart Top 100)[56] 1
Reino Unido (Official Rock & Metal Albums Chart Top 40)[57] 1
Estados Unidos (Billboard 200)[58] 41
US Top Rock & Alternative Albums (Billboard)[59] 10

Referências

  1. Mensah, Jenny (11 fevereiro 2025). «Muse's Chris Wolstenholme teases new album in 2026 "barring any disasters"». Radio X. Consultado em 19 dezembro 2025. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026 
  2. Brannigan, Paul (13 junho 2025). «Watch Muse premiere new single Unravelling on the opening night of their European tour». Louder Sound. Consultado em 13 junho 2025. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026 
  3. «Muse teases new music for 2026: 'We're even more excited about what's to come'». 105.7 The Point – Everything Alternative. 17 dezembro 2025. Cópia arquivada em 18 de maio de 2026 
  4. Jones, Damian (14 janeiro 2026). «Muse make "very difficult decision" to cancel upcoming shows "due to unforeseen circumstances"». New Musical Express. Consultado em 9 março 2026. Cópia arquivada em 8 de maio de 2026 
  5. Jones, Damian (9 março 2026). «Muse share dramatic taster of new single 'Be With You'». New Musical Express. Consultado em 9 março 2026. Cópia arquivada em 17 de maio de 2026 
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  8. Ewing, Jerry (24 de abril de 2026). «New Muse single Cryogen recalls classic earlier years with spiralling guitar riffs». Louder (em inglês). Consultado em 24 de abril de 2026. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026 
  9. «Muse lança "Hexagons" do álbum "The Wow! Signal" | Disconecta». 19 de maio de 2026. Consultado em 19 de maio de 2026. Cópia arquivada em 5 de junho de 2026 
  10. Dunworth, Liberty (2026). «Muse share old-school epic new single "Hexagons" from 'The Wow! Signal'». NME (em inglês). Consultado em 19 maio 2026. Cópia arquivada em 21 de maio de 2026 
  11. Lavis-Quinlin, Jennifer (5 de junho de 2026). «Muse deliver disco vibes with new single, "Nightshift Superstar"». The AU Review (em inglês). Consultado em 4 de junho de 2026. Cópia arquivada em 19 de junho de 2026 
  12. «Muse's upcoming 'The Wow! Signal ' album features collaboration with Ellie Goulding – 98KUPD – Arizona's Real Rock». 98KUPD - Arizona's Real Rock (em inglês). 23 de junho de 2026. Consultado em 25 de junho de 2026 
  13. «Muse mergulha na ficção científica e lança seu 10º álbum». billboard.com.br. 26 de junho de 2026. Consultado em 26 de junho de 2026 
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  19. Jones, Damian (14 janeiro 2026). «Muse make 'very difficult decision' to cancel upcoming shows 'due to unforeseen circumstances'». NME. Consultado em 9 março 2026 
  20. Trendell, Andrew (11 de maio de 2022). «Muse recruit Bring Me the Horizon collaborator Dan Lancaster for live band». NME (em inglês). Consultado em 6 de junho de 2022 
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