Ludwig nasceu em Berlim em uma família musical, seu pai, Anton Ludwig foi um tenor e um administrador operístico, sua mãe, a mezzo-soprano Eugenie Besalla-Ludwig que cantou na Ópera Aachen durante o período que Herbert von Karajan foi diretor musical. A primeira professora de canto de Ludwig foi sua própria mãe. Ludwig fez sua estreia em 1946 aos dezoito anos de idade como Orlovsky em Die Fledermaus (Richard Strauss) em Frankfurt, onde ela cantou até 1952. Ela também foi membro da Ópera de Darmstadt de 1952 até 1954 e de 1954 até 1955 ela cantou na Ópera Estatal de Hannover. Ela também trabalhou na Ópera Estatal de Viena em 1955, onde ela se tornou a principal artista e foi apontada a Kammersängerin em 1962 e fez performance com a companhia por mais de trinta anos. Em 1954, Ludwig fez sua estreia no Festival de Salzburgo como Cherubino em Le Nozze di Figaro e apareceu no festival regularmente até 1981. Ludwig fez sua estreia como Brangäne em Tristan und Isolde no Festival de Bayreuth em 1966. Em 1960 ela interpretou Adalgisa ao lado de Maria Callas (que interpretou Norma) na ópera Norma de Bellini. A sua estreia nos Estados Unidos aconteceu na Ópera Lírica de Chicago como Dorabella em Così Fan Tutte em 1959. No mesmo ano, ela fez sua estreia no Metropolitan Opera como Cherubino e consequentemente ela cantou cento e vinte e uma performances até 1993, incluindo a estreia de Die Frau ohne Schatten no Met. Ludwig apareceu pela primeira vez no Royal Opera House, Covent Garden em 1969 como Amneris em Aida.
A última performance de Ludwig foi na ópera Elektra na Ópera Estatal de Viena em 1994.
Vida pessoal
De 1957 até 1970, Ludwig foi casada com o baixo-barítono Walter Berry. O casal apresentava junto frequentemente. Em 1972 ela casou-se com o diretor de cenário francês Paul-Emile Deiber.
Morreu em 24 de abril de 2021, aos 93 anos de idade, em Klosterneuburg.[2]
Referências
↑«CHRISTA LUDWIG» (em inglês). Grammy Award. Consultado em 25 de abril de 2021