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Em posição dominante sobre este trecho do litoral, constituiu-se em uma fortificação destinada à defesa deste ancoradouro contra os ataques de piratas e corsários, outrora frequentes nesta região do oceano Atlântico.
A "Relação" do marechal de campo Barão de Bastos em 1862 refere-o e informa que "Tem uma caza arruinada" e que se encontra arruinado. A seu respeito observa ainda: "Idem Idem" ("Pode desde já desprezar-se, porque alem de não ser efficaz para a defeza da ilha, por isso é que esta é acessível por todos os lados, e as fortificações se achão tão arruinadas que teria de se fazer avultadas despezas para a sua reedificação.")[1]
Encontra-se referido como "Reduto de Castelo Branco" no "Dicionário Corográfico dos Açores":
"Um grande morro assente sobre uma pequena península, ligada a terra por um istmo muito estreito. Sobre este morro se construiu um reduto e por ser de pedra branca, deu o nome à povoação."[2]
Esta elevação ergue-se a 148 metros acima do nível do mar.
↑Op. cit., p. 84. Entretanto, se o reduto é que deu nome à povoação, tratar-se-á do 1º ou do 2º redutos de Castelo Branco, que lhe são anteriores.
Bibliografia
BASTOS, Barão de. "Relação dos fortes, Castellos e outros pontos fortificados que se achão ao prezente inteiramente abandonados, e que nenhuma utilidade tem para a defeza do Pais, com declaração d'aquelles que se podem desde ja desprezar." in Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, vol. LV, 1997. p. 267-271.
RIBEIRO, José Rodrigues. Dicionário Corográfico dos Açores. Angra do Heroísmo (Açores): SREC/DRaC, 1979. 326p. tabelas.